A dificuldade em aceitar a doença
Muitos foram os dias /noites em que chorei em silêncio, longe de tudo e de todos...
Sou auxiliar de acção directa há 10 anos , cuido de idosos e muitos deles têm Parkinson, se por um lado foi mais fácil perceber o que se passava comigo, por outro foi arrasador pensar no meu futuro...
Como já disse noutro post, eu trabalhava no turno da noite e também já referi que a doença foi diagnosticada há 5 anos, pois posso afirmar sem falça modéstia que o meu desempenho era exemplar até que a doença se manifestou,
Desde então desempenhei as funções o melhor possível e sem prejuízo dos utentes, no entanto mesmo medicada eu sentia lentidão de movimentos, o que me provocava uma hora de atraso no meu desempenho, para não falar na dificuldade em abotoar os botões das camisas dos idosos que eram dependentes...
Acabava o turno exausta física e psicológicamente...
Os meus patrões desde sempre souberam da minha doença, inclusive o neurologista que me fez o diagnóstico foi indicado por eles,
Aceitar a doença não foi fácil, mas foi libertador,
Conseguir falar objectivamente e sem emoção, foi um passo em frente na conquista de uma nova vida.
Proposeram novas funções, dentro do que poderia ser possível, atendendo há dimensão da firma e há vaga disponível naquele momento...
Passei para o turno de dia exercendo funções na cozinha.
Conto com ajuda das minhas colegas em algumas tarefas, não fazendo disso um problema e sim sendo grata ao amor e carinho com que o fazem...
Sou auxiliar de acção directa há 10 anos , cuido de idosos e muitos deles têm Parkinson, se por um lado foi mais fácil perceber o que se passava comigo, por outro foi arrasador pensar no meu futuro...
Como já disse noutro post, eu trabalhava no turno da noite e também já referi que a doença foi diagnosticada há 5 anos, pois posso afirmar sem falça modéstia que o meu desempenho era exemplar até que a doença se manifestou,
Desde então desempenhei as funções o melhor possível e sem prejuízo dos utentes, no entanto mesmo medicada eu sentia lentidão de movimentos, o que me provocava uma hora de atraso no meu desempenho, para não falar na dificuldade em abotoar os botões das camisas dos idosos que eram dependentes...
Acabava o turno exausta física e psicológicamente...
Os meus patrões desde sempre souberam da minha doença, inclusive o neurologista que me fez o diagnóstico foi indicado por eles,
Aceitar a doença não foi fácil, mas foi libertador,
Conseguir falar objectivamente e sem emoção, foi um passo em frente na conquista de uma nova vida.
Proposeram novas funções, dentro do que poderia ser possível, atendendo há dimensão da firma e há vaga disponível naquele momento...
Passei para o turno de dia exercendo funções na cozinha.
Conto com ajuda das minhas colegas em algumas tarefas, não fazendo disso um problema e sim sendo grata ao amor e carinho com que o fazem...


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